Posted in Cultura, Diários, Experimentos, Filosofia, Retrô, Variações, etiquetado amor, Filosofia, hannah arendt, ressentimento, roland barthes, solidão, verdade on Maio 9, 2008 | Nenhum comentário »
Ao afirmar que “o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão”, Roland Barthes está limitando as possibilidades do sentimento amoroso - esse limite é dado por aquele que ama, é solitário por ser singular, é único. Alguns filosófos tiveram a pretensão de reduzir o sentimento amoroso à universalidade. Descartes chamou-o de conveniência; [...]
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Posted in Cultura, Diários, Experimentos, Filosofia, Retrô, Variações, etiquetado Filosofia, silêncio, nietzsche, amor, bee gees, erich fromm, solidão, how deep is your love, ressentimento, reconhecimento on Maio 8, 2008 | Nenhum comentário »
Ouvindo “How Deep is your love” do Bee Gees - uma ótima música para se ouvir caminhando com a mão no bolso contemplando a “fumaça” da nossa respiração em uma noite de frio (a estética de Porto Alegre) -, no caminho de casa, me peguei pensando sobre a solidão. Essa palavra tem em si um [...]
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Eu quero o amor,
quero tanto que nem sei,
e de tanto, tanto que serei,
quero um suspiro de talvez:
Um amor assim não sei…
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Posted in Experimentos, Filosofia, Fotos, Livre, Retrô, Variações, etiquetado angústia, adorno, walter benjamin, wittgenstein, pensamento, amor, ausência on Abril 28, 2008 | Nenhum comentário »
1º Movimento: Reflexões Amorosas (para Walter Benjamin)
Quem ama alguém como uma imagem, talvez ame uma busca e não uma pessoa. Esperando que o outro se molde e seja aquilo que ele não é… isso é um amor ideal: amar a si mesmo através do outro.
2º Movimento: Sobre o que não se pode falar (para Wittgenstein)
As [...]
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