Mesmo que todos estejam bem, mesmo que eu possa sair caminhando pelas ruas sem olhar para os rostos das pessoas, posso gritar “the kids are alright”! Esse grito não é um experimento de mim mesmo, nem mesmo o extravasamento de um ruminante cuidado de si… não, não é isso, é apenas uma canção que me tira do chão, por isso “the kids are alright”. Na noite de ontem vivi essas palavras, não havia ninguém dançando com a minha garota, pois ela não existia… Ela apenas existia no lance de dados que a cada instante se fazia no olhar daquelas que passavam e notavam em mim apenas um garoto que estava bem… é preciso sorrir, e nada além disso.