
No deserto de uma folha em branco faço-me por inteiro: Canto com os cantos infinitos brancos, que de tão brancos silenciam ventos – tempestades de areia em um coração de andarilho. Quando fecho meus olhos, me faço sombra em um sombrio deixe estar. Meu nome talvez jamais seja sussurrado, mesmo sendo o vento do meu deserto infinito. Sinto o cheiro de nada que se aproxima de mim, as palavras não fazem sentido, mesmo sendo eu e uma suposta amada nativos silenciosos desse deserto preenchido liricamente por uma folha em branco.
Dear Author,
It’s very nice that you write. Do you want to publish free of charge in your language also in our space?
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Hoping you shall join us , we send our most nice greetings and thanks for the care that you give us
Cristina D.
Writing AltraMusa
Escreves muito bem meu caro…
Tomei a liberdade de pegar sua imagem emprestada para ilustrar alguns versos de meu blog…
ok?
Felicidades!!