Palestina Livre!

•30/01/2010 • Deixe um comentário

Ontem tive a oportunidade de conversar com o pessoal da Casa Palestina, no Fórum Social Mundial. Foi interessante entender o conflito entre Israel e Palestinos, além de compreender a política expansionista Estadunidense. Acabei de assistir um vídeo muito interessante, que mostra o lado “silencioso” do conflito, aquilo que não conhecemos por omissão da mídia, que não quer que as pessoas saibam o que acontece, o filme se chama “Occupation 101″, tem disponível no Google Vídeos, coloque o vídeo abaixo:

Uma vida bem vivida…

•22/01/2010 • Deixe um comentário

Num encontro entre amigos, ser lembrado como aquele que tem uma vida bem vivida, soa como um grande elogio, visto ser esse o ideal de qualquer ser humano no mundo – não conheço ninguém que não queira viver bem a vida. Porém, não sei se tenho uma vida bem vivida sem antes pensar no que isso significa.

Creio que a pergunta para mim mesmo acerca da minha vida, se ela é boa ou não, ou melhor, se vivo ou não vivo de maneira boa, é difícil e provavelmente poucas pessoas pensam sobre a suas próprias vidas, essa prática, particularmente religiosa, cada vez perde mais o seu espaço – as pessoas vivem e pronto!

Se eu fosse dizer o que é Viver a vida bem, ingenuamente diria que é vivê-la em todos os seus aspectos: viver os sofrimentos, não se revoltar com a sua própria situação, uma dose de cinismo e um pouco de ceticismo – esses dois últimos os mais importantes, para mim.

Entretanto, não quero propor um ataraxismo para os tempos atuais, o que daria um ótimo livro de autoajuda. Nunca me preocupei se vivo bem a vida, deixo isso para as diversas terceiras pessoas do plural que eu conheço, pois elas veem, elas sentem, elas pensam, elas atribuem; mas eu vou indo por ali, por aqui, não vivendo “em segunda ordem”, não praticando o cogitismo, prefiro não ruminar, sou da superfície… Para pensar menos e encerrar esse arrazoadinho, termino com uma afirmação, não menos filosófica e, ao mesmo tempo, indício do meu cinismo: uma vida bem vivida é uma vida refletida (aprendi isso em introdução em filosofia) – receita para filósofos no divã.

Para ouvir, clique aqui.

P.S: Obrigado, Anelise.

End Of The Century: The Story Of The Ramones

•20/01/2010 • Deixe um comentário

Domigo assisti ao documentário “End Of The Century: The Story Of The Ramones“, que pode ser baixado via torrent aqui. Achei um documentário muito interessante, pois, diferente do outro documentário “Lifestyles Of The Ramones“, que se dedica muito mais a apresentar clipes e a história mais “bonitinha” do grupo de punk rock, apresenta os conflitos e frustrações da banda. Além de trazer a luz o velho debate sobre o surgimento do punk rock e as influências da banda sobre “The Clash” e “Sex Pistols”. Para quem é fã o grupo nova iorquino, vale muito a pena assistir.

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Setlist bons tempos de Razão Oposta

•15/01/2010 • Deixe um comentário

Programa Nacional de Direitos Humanos pelo Viomundo

•15/01/2010 • Deixe um comentário

O Programa Nacional de Direitos Humanos e a Hipocrisia da Mídia “Privada”

•12/01/2010 • 1 Comentário

O Programa Nacional de Direitos Humanos vem sendo rechaçado pelas grandes emissoras de televisão. O que mais interessa a esse setor, que não representa a maioria da população, e que opera apenas visando o lucro, é a sua “liberdade de expressão”, tema que é debatido por eles com extrema hipocrisia. Como as concessões de mídia são públicas, o controle a esses veículos deve ser público, isso para mim é óbvio. O que eles escondem é que suas concessões são renováveis e não devem possuir donos, é um serviço público que deveria ser prestado com qualidade. Mas quem avalia a qualidade da programação ou do serviço público prestado por esses orgãos? Continue lendo ‘O Programa Nacional de Direitos Humanos e a Hipocrisia da Mídia “Privada”’

Tela do meu netbook…

•09/01/2010 • Deixe um comentário

Ubuntu Netbook Remix 9.10

Nunca te vi, sempre te amei (84 Charing Cross Road)

•28/12/2009 • Deixe um comentário

Durante vinte anos Helene Hanff (Anne Bancroft), uma escritora americana, se corresponde com Frank Doel (Anthony Hopkins), o gerente de uma livraria especializada em edições raras e esgotadas. Tudo começou pelo fato de Helene adorar livros raros, que não se encontram em Nova York. Só que ela não poderia imaginar que uma carta para uma pequena livraria em Londres, que negocia livros de segunda mão, a levaria a iniciar um correspondência afetuosa com Frank. Neste período uma amizade muito especial surge entre os dois.

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A Educação de uma Juventude “Esclarecida”

•23/12/2009 • Deixe um comentário

Nunca se pensou tanto em uma natureza humana quanto na modernidade. Os grandes filósofos sempre partiam de uma natureza humana para poder fundar uma teoria política ou ética. Nesse sentido, podemos dizer que na modernidade passa-se a pensar em uma educação do gênero humano. Ora, a ideia de uma educação para todos decorre dessa maneira de pensar, dessa noção de que uma natureza humana deve ser cultivada no interior de cada ser e de todos ao mesmo tempo – na medida em que uma pessoa progride, progride o Humano. É nessa tensão direta entre indivíduo e sociedade, entre público e privado, que vai se dar toda a trama da formação na modernidade.

A ideia de um homem novo ressurge na modernidade, “formatado nos ideais do humanismo, das luzes, do progresso, da autonomia e da responsabilidade pessoal” (Ó, p.20), esse homem é algo a ser feito, a ser “construído”. No início do seu texto “Resposta à pergunta: O que é o esclarecimento?”, Immanuel Kant enuncia aquilo que seria a noção fundamental do Esclarecimento (Iluminismo), a saber, “a saída do homem de sua menoridade da razão, da qual ele próprio é culpado” (2009, p. 63). Desse modo, o filósofo alemão diz duas coisas: i) Que o Esclarecimento é um processo que diz respeito a capacidade de cada indivíduo, e; ii) É um processo social ao qual todos estamos fadados.

Embora o ideal do Iluminismo seja a Autonomia, é preciso entender que ela não se dá sem um processo de responsabilização, ou seja, liberdade e responsabilidade são correlatos. No âmbito da filosofia política, a questões essenciais seriam: como conciliar liberdade individual com dever social? Essa questão desde já será a questão essencial dos Estados. Por outro lado, no contexto da Educação, tendo em conta que “o primeiro traço constitutivo do pensamento das Luzes consiste em privilegiar o que escolhemos e decidimos por nós mesmos em detrimento daquilo que nos é imposto por uma autoridade externa” (TODOROV, 2008, p. 14), será menos um disciplinamento repressivo, do que um cultivo ético visando à responsabilização de cada um, cada pessoa deve aprender a agir por si própria e ter a convicção de que é responsável por algo maior do que ela próprio: a Humanidade.

Na obra “Sobre a Pedagogia”, Kant (1999), em um de seus cursos na Universidade de Königsberg, fala acerca daquilo que deve ser um dos cuidados da educação. Diz ele:

Continue lendo ‘A Educação de uma Juventude “Esclarecida”’

Desktop Ubuntu Karmic Koala

•11/12/2009 • Deixe um comentário