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DSC00120Embora sendo inquestionável a liberdade, no que diz respeito ao Software Livre, não se justifica a presença de uma empresa que não contribui em nada à política de comunicação no país. De uma lado ela se “apropria” da “liberdade”, e do outro, ela incentiva o fechamento de rádios comunitárias pela Polícia Federal e Anatel. Nesse sentido, politicamente, o FISL tem muito no que avançar…

Elaborar uma discussão acerca da psicanálise e da esquizoanálise, que tenha como finalidade pensar ambos os campos de forma a torná-los claros e distintos, não é uma tarefa simples, pois além do segundo representar uma crítica radical ao primeiro, no que diz respeito a uma análise da subjetividade, eles têm por pressupostos teóricos concepções distintas de sujeito. Dessa maneira, estamos diante de duas concepções, aparentemente, nada complementares, a saber: Sujeito da Falta e Sujeito da Potência. Na base dessas questões, no entanto, temos duas concepções distintas de desejo, uma que o orienta para algo que falta ao sujeito, e outra que é a produção de um agenciamento.

O desejo tem sido foco de discussões filosóficas desde a antiguidade, dizendo respeito tanto a ética quanto a política. Um exemplo disso é a discussão feita por Aristóteles na “Ética a Nicômacos”, onde o desejo aparece em oposição à ideia de escolha (2001), visto estar ele ligado à sensação, sendo comum aos outros animais. Contudo, essa modalidade de desejo seria o que entendemos por instinto, ou seja, aquilo que está ligado à nossa preservação natural: fome, sede e sexo. Por outro lado, diferente dos animais, os homens podem desejar coisas racionalmente, portanto, existe uma modalidade de desejo que diz respeito à deliberação e à escolha daquilo que tomamos como um bem. Com isso, percebemos que o desejo está sempre relacionado a algo exterior ao agente, embora exista um aspecto subjetivo desse, pois o agente deseja a finalidade, o bem que aquilo pode trazer. Em certa medida se deseja aquilo que falta.

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Abordar em nossa apresentação o Paradigma Ético-estético e a Filosofia da diferença pode parecer uma tarefa fácil, já que não podemos negar a influência desse paradigma em nossas formações enquanto mestrandos. No entanto, por conta dessa grande influência, não é difícil cairmos em um discurso fechado, pouco crítico e com clichês, onde o mesmo se apresenta enquanto única maneira de pensarmos o mundo, ou seja, perdendo os diversos nuances e diferenças que os outros paradigmas podem nos trazer enquanto produção de conhecimento. Assim, cairíamos no problema da recognição, onde, como afirma Friedrich Nietzsche em sua “Gaia Ciência”: “conhecer é tornar familiar”. É claro que o filósofo alemão está fazendo uma crítica à noção de conhecimento tal qual o homem criou para si, onde não há o estranhamento, muito menos produção do novo, mas o mero reconhecimento, onde achamos aquilo que nós mesmos escondemos. Portanto, pensando novamente em nossa apresentação, podemos dizer que fazer o elogio àquilo que a primeira vista nos constitui e não nos colocarmos a navegar em mares estranhos, seria abrir mão de uma filosofia da diferença, ou seja, uma contradição na nossa tarefa, sendo essa perspectiva que torna essa apresentação um tanto quanto difícil.

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poster_inproprietario“Inproprietário – O mundo do software livre” é um projeto experimental, trabalho de conclusão do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo dos ex-alunos Jota Rodrigo (Johnata Rodrigo de Souza) e Daniel Pereira Bianchi do Centro Universitário FIEO – UNIFIEO. Softwares possuem donos. Para obtê-los, é necessário, na maioria das vezes, adquirir licenças de uso. O código-fonte, a receita do software, não é disponibilizado, o que impossibilita o acesso para consulta ou alteração dos programas. Mas nem sempre foi assim. Fruto do desenvolvimento científico, o software nasceu livre, e passaria a ser mercadoria somente nas décadas de 1970 e 1980, respaldado então pelo Copyright. A oposição ao software proprietário surgiria no cenário da tecnologia sob idealização do hacker Richard Stallman, para resgatar a liberdade do compartilhamento de softwares e seus códigos-fonte.

Era o Projeto GNU, a origem de um movimento do software livre. Com a grande contribuição de Linus Torvalds, nascia o GNU/Linux, o novo sistema operacional livre, e diversos outros softwares, à tentativa de universalizar o acesso compartilhado à tecnologia computacional. Hoje, o software livre está presente em ONGs, órgãos governamentais, empresas privadas e em nossas casas.

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heideggerianaO site Heidegger en Castellano foi tirado do ar por ação judicial movida pela Cámara Argentina del livro. Mais informações no Catatau.

“Que tal republicar as manchetes de cada órgão de imprensa naquele primeiro de abril de 1964? – sugeriu Emir Sader em seu blog nesta página. Publicamos uma seleção do que foi destaque em alguns dos principais jornais do Brasil a partir do dia 1° de abril de 1964. “Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas que, obedientes a seus chefes, demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições”, disse o Globo, apoiando o golpe militar.

Referência

Passeio…

Caminhando sem rumo, nesse estranho silêncio de palavras escritas  em pixels… O mundo é virtual e existe, mas é apenas uma janela que não bagunça os nossos cabelos ao ser aberta,  onde o som é .wav, .mp3, ou .ogg … O passeio silencioso é sem frio no rosto, sem chuva ou mera garoa… nada impressiona, nada apaixona, são palavras, são imagens – com boa resolução ou não… Enfim, um mero post pra dizer que passei por aqui… até meus passos são dedilhados.

Entrevista do Militante da Abraço – RS no programa Bibo Nunes Show, da ULBRA TV (48-UHF). O apresentador do programa ficou incomodado com a lista de rádios e tv´s com outorgas vencidas no Rio Grande do Sul, entregue pelo militante da ABRAÇO. O coorporativismo foi tanto, que o apresentador chegou a defender a Rede Globo, dizendo que esta não praticava o monopólio. haja vista grande quantidade de alternativas a ela.

Parte 1:

Parte 2:

Extraído do site: http://resistenciapopular.blogspot.com/

Se alguém quiser fazer uma pesquisa para ver quais são as rádios e emissoras de televisão que estão com a outorga vencida, clique aqui.

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